Sexta 22 Set 2017
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VÍDEO ANALÍTICO:

Escrito por edson. Posted in Artigos

SISTEMAS DE ANÁLISE INTELIGENTE DE IMAGENS COMO ELEMENTOS DE VIGILÂNCIA ELETRÔNICA AUTOMÁTICA

Cada vez mais se multiplicam as câmeras de CFTV, não apenas dentro das empresas e residências, mas também nas estradas, avenidas, ruas, praças, estações rodoviárias, aeroportos e todos os tipos de espaços públicos.

Em meio a quantidades cada vez maiores de câmeras, fica impossível aos operadores de monitoramento de CFTV acompanharem atentamente, ao vivo, os múltiplos eventos que estão acontecendo.

Assim resta, como consolo, o argumento de que, se o operador não percebeu um evento crítico no exato momento em que ele acontecia, pelo menos se têm as gravações deste para posterior análise, interpretações e ações preventivas. 

Porém, nesta situação, foi perdido o “momento da verdade”, que é aquele instante único que traz a oportunidade de ouro de agir, corretivamente, com alguma contra medida imediata e eficaz, no momento exato da ocorrência.  

Pelo lado do operador a falta de percepção imediata de um evento importante ocorre cada vez mais pela multiplicidade crescente no número de câmeras, do que por distração ou outros motivos. 

Para minimizar esta situação recursos de análise imediata de imagens vão se tornando cada vez mais poderosos e habituais.

O conjunto destes recursos forma o que chamamos de vigilância eletrônica, ampliando, e muito, a capacidade de análise do homem que observa os monitores. Como exemplo vamos supor que enquanto o observador concentra toda atenção na câmera número quatro o sistema automaticamente dá o alerta sobre um evento incomum que está, neste exato momento, ocorrendo no campo de visão da câmera 12, sem o qual o mesmo teria passado totalmente desapercebido.

 

Com um sistema inteligente e automático de análise de imagens já é possível:

 

Dar um alerta quando, em um determinado horário, fora do expediente, houver movimento na cena.

  Alertar no exato momento em que houver a sabotagem de uma câmera, como, por exemplo, a obstrução da lente por tinta ou encobrimento da imagem.
 

Alertar no exato momento em que a posição de uma câmera foi alterada.

 

Avisar quando houver perda do sinal de vídeo por falha ou corte dos cabos de uma câmera.

  Avisar quando um objeto suspeito foi abandonado em um recinto.
 

Alertar quando algum objeto foi removido de seu local.

 

Fazer contagem do número de objetos, pessoas ou veículos que passam em determinado trecho do cenário.

 

Medir a velocidade de objetos.

 

Determinar o sentido de direção de objetos em movimento, por exemplo veículos.

 

Alertar quando uma determinada área do cenário visto pela câmera foi invadida.

 

Avisar quando algo atravessou uma linha virtual desenhada em um cenário.

  Interpretar movimentos incomuns de multidões (pânico).
 

Rastrear automaticamente, com um speed-dome, pessoas ou veículos.

 

Digitalizar textos alfanuméricos padronizados, enquadrados pelas câmeras, como placas de identificação de veículos (LPR), vagões ou contêineres, para registro e autorização de passagem.

 

Todos estes recursos, além de outros, já estão disponíveis hoje, sendo que alguns como detecção de movimento e obstrução de imagem já são encontrados em praticamente qualquer modelo de DVR vendido atualmente, outros como detecção de objetos removidos ou suspeitos já estão presentes em modelos mais sofisticados de DVR, ou mesmo câmeras IP.

Mas é nos poderosos VMS, softwares de gerenciamento de vídeo, que encontramos o maior elenco de recursos automáticos para análise de imagem. Sistemas VMS como o D-Guard além de já trazerem como padrão os recursos básicos de análise, como detecção de movimento e alarme, ainda permite adquirir, separadamente, as licenças para ativar a realização de análises mais aprofundadas como mudança de cenário, cerca e barreira virtuais, objetos removidos ou abandonados, contador de objetos, medida de velocidade e leitura de placas.

Uma análise de imagem pode disparar a gravação do vídeo apenas se determinada situação ocorrer, ou ainda pode gerar um alarme sonoro, trazer a imagem ampliada em tela cheia, enviar e-mail com foto, enviar imagem via push para um smartphone ou ainda posicionar e dar zoom em um speed-dome sobre um determinado objeto que foi enquadrado pelo sistema.

Porém não basta que o sistema instalado possua os recursos, é necessário conhecê-los muito bem e saber como configurá-los, de acordo com as necessidades específicas do local onde as câmeras estão instaladas.

Recursos analíticos de imagem, se corretamente configurados, permitem otimizar o tamanho da equipe de operadores de monitoramento e servem como elemento tecnológico para incrementar a inteligência e a eficácia da vigilância apoiada por vídeo monitoramento.

Fonte: revista Jornal de Segurança, Autor: Engº Edson Menezes...

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